economia de mocambique, economia., Mozambique Economics

​Será que a privatização das empresas públicas vai beneficiar o interesse público? *

Durante décadas antes dos anos 80, os governos de todo o mundo aumentaram o alcance e a magnitude das suas actividades, tendo em conta uma variedade de tarefas que o sector privado realizava anteriormente. Nos Estados Unidos, o governo federal construiu estradas e barragens, realizou pesquisas, aumentou sua autoridade regulamentar através de uma expansão das suas competências, concedeu valores monetários aos governos estaduais e municipais para as funções de apoio que vão desde a educação até a construção de estradas. Na Europa Ocidental e América Latina os governos nacionalizaram empresas, industrias, bancos, sistemas de saúde e na Europa Oriental, os regimes comunistas esforçaram-se para eliminar completamente o sector privado.

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Basilio Muhate, Comercio em Moçambique, economia de mocambique, Governo de Moçambique, INAE

INAE : assim é que é !

Quando em 2010 o então Ministro  Indústria e Comércio de Moçambique, Antonio Fernando lançou a Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) disse que o  objectivo era a redução de inspecções que actuam sobre os agentes económicos, da corrupção e que as inspecções fossem feitas apenas pelo corpo único. Na altura apelou-se a participação do público na denúncia de irregularidades por parte dos fiscais e exortou-se também aos agentes econômicos a venderem produtos que não atentassem contra a saúde do consumidor.

Passados sensivelmente 7 anos, vale a pena reconhecer que a criação da INAE hoje transforma-se em resultados visíveis, sob liderança de MARIA RITA FREITAS, pelo trabalho que esta instituição vem levando à cabo.  Vimos exemplos de alguns estabelecimentos comerciais encerrados em Maputo, em Nampula e outros pontos por problemas de vária ordem. Não interessa a ninguém ter uma inspecção e ser vitima de alguma ausência de uma inspecção. A INAE está a fazer apenas o seu trabalho e a produzir resultados que satisfazem os consumidores e contribuem para a protecção da saúde pública em Moçambique. Por isso é importante potenciar esta instituição.

É importante que os agentes económicos em geral colaborem nestas iniciativas que a INAE tem levado à cabo, pautando por uma postura que propicie bom atendimento, higiene e segurança para os trabalhadores e para o público em geral. Não faz sentido que a INAE encerre um estabelecimento hoje e o vizinho ao lado não tome imediatamente as devidas providencias. Aqueles estabelecimentos comerciais que ainda não observam as exigências básicas para o seu bom funcionamento devem se preocupar em melhorar e não aguardar que venha uma inspecção para faze-lo.

Bem haja INAE

 

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economia agraria, economia de mocambique, ensino tecnico-profissional, Firmino Mucavel, Revolução verde

Revolucao Verde em Mocambique – Agro-Economista Firmino Mucavel lanca criticas

A Revolucao verde em Mocambique, na optica do Economista Firmino Mucavel, produz investimentos pouco significativos pois, segundo argumenta, existe confusao entre mecanizacao e tractorizacao, pois alguns decisores de politicas agrarias resumem a revolucao verde a aquisicao de tractores novos, ignoraando a pesquisa, a inovacao, a experimentacao, a tecnologia e a extensao.
o Agro-Economista Mocambicano defende ainda que o financiamento a agricultura deve ir muito alem dos investimentos em infra-estruturas e vias de acesso, mas sim deve haver investimento na tecnologia.
um outro aspecto levantado por Mucavel numa palestra orientada em Maputo, com o tema “Revolucao Verde como Opcao de Desenvolvimento Agrario: o Caso de Mocambique”, e a necessidade de os jovens assumirem a dianteira no mundo dos negocios, apontando que nao se pode fazer a revolucao verde com empresarios de 61 anos de idade,

Bom, o Dr Firmino Mucavel fez uma abordagem tipica da sua forma de estar entanto que economista agrario, provavelmente os decisores de politicas agraria em Mocambique estejam a concentrar mais os seus discursos pela necessidade que vem na priorizacao de tractores para o pais, em relacao a tecnologia por exemplo, no entanto afigura-se pertinente a colocacao de alguns ingridientes ao debate sobre a revolucao verde.

por exemplo em relacao ao financiamento a revolucao verde, o debate vai muito alem da discussao entre o financiamneto ao investimento em tractores ou em tecnologias, ou ainda em vias de acesso aos mercados agricolas, mas inclui os moldes em que este financiamento acontece e a disponibilidade do mercado financeiro Mocambicano para investimentos neste sector. Provavelmente em relacao ao financiamennto a agricultura seja importante chamar a responsabilidade o investimento publico, o papel do Estado Mocambicano .

A equacao da revolucao verde em Mocambique tem varias variaveis e incognitas, e ha um aspecto que ninguem ou poucos fazem referencia: O INVESTIMENTO EM CAPITAL HUMANO COMO BASE PARA A REVOLUCAO VERDE. O discurso de aposta no ensino tecnico-profissional criou uma forte espectativa no seio da sociedade Mocambicana nos ultimos 6 anos pois este ramo da educacao constitui um dos principais pilares na luta contra a pobreza. Hoje as escolas tecnicas agrarias que seriam o motor da revolucao verde, ainda carecem de meios basicos de funcionamento em todo o Pais. Por exemplo, o Instituto agrario de Boane, que tive a oportunidade de visitar e conversar com os alunos, tem carencias elementares que colocam um ponto de interrogacao a qualquer agente do sector da agricultura. Os estudantes do final de curso nao sabem na pratica o que e um tractor nem como funciona e nem para que serve, nao sabem lidar com a terra, nunca experimentaram tecnicas basicas de agricultura, os campos do instituto, onde os estudantes poderiam ensaiar algumas tecnicas, sao autenticas matas subaproveitadas, os estudantes fazem estagios profissionais na Bananalandia, uma empresa agricola privada, em tarefas que nada ou pouco tem a ver com a sua formacao. isto e um pequeno exemplo de uma escola tecnica de agricultura que esta localizada a sensivelmente 30 Km da cidade de Maputo.

O investimento no ensino tecnico-profissional e fundamental, deve ser pratico se se pretende imprimir a revolucao verde. Os jovens sem uma boa preparacao nao vao fazer revolucao nenhuma, sem meios e sem o investimento publico e privado dificilmente podera fazer-se alguma revolucao verde. Por isso ficamos preocupados quando se coloca a carroca a frente dos bois depois de este tempo todo. nunca e tarde !

Basilio

Ps: Se o Dr Mucavel se cruzar um dia com estes escritos, ou lhe chegarem as maos, gostaria de saber um pouco mais da sua experiencia no NEPAD, as boas praticas e os projectos ou iniciativas ao nivel do continente africano que o NEPAD proporcionou ou proporciona. Tirando algumas palestras em que participei, nao tive a oportunidade de partilhar das iniciativas geradas pelo NEPAD. Aguardo que um dia o prezado Professor Mucavel nos transmita a experiencia.

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Castel-Branco, Conferência IESE Maputo, economia de mocambique, IESE

Conferência do IESE em Maputo

O Instituto de Estudos Sociais e Económicos de Moçambique (IESE) está preocupado com as “Dinâmicas da pobreza e padrões de acumulação económica em Moçambique” e por isso realiza uma Conferência nos dias 22 e 23 de Abril. Na conferência serão igualmente lançados três livros do IESE e haverá uma exposição sobre actividades e resultados da investigação realizada por várias organizações nacionais de investigação social e económica.
Está de parabéns o IESE por esta iniciativa económica e social e esperamos que depois tenhamos a oportunidade de aceder a publicações ou relatórios que subsidiem os policymakers Moçambicanos, gestores de empresas e estudantes na busca de mais ferramentas cientificas para elaboração de políticas de desenvolvimento económico e Social.
O Dr. Carlos Castel-Branco, com o IESE está a produzir muita pesquisa e investigação na área económica e social, a qual é necessário dar o devido mérito e reconhecimento, mas é importante assegurar que esta escola de pensamento que o Dr Castel Branco está a gerir seja efectivamente uma plataforma meramente académica e de pesquisa económica e social.
As dinâmicas da pobreza e padrões de acumulação económica em moçambique não se compadecem com as incoerências e extremismos das diferentes abordagens de desenvolvimento, principalmente em países como Moçambique, onde as classes e os agentes que fazem o crescimento económico (aqui refiro-me aos maiores contribuintes no PIB de Moçambique) são completamente distintos dos agentes responsáveis pelo desenvolvimento económico (pobreza, analfabetismo, mortalidade, HIV-SIDA, esperança de vida, etc) . Temos que caminhar todos no mesmo barco sob pena de não nos percebermos uns aos outros.
Mais uma vez está de parabéns o IESE pela realização desta conferência que tanto era esperada por vários segmentos da sociedade Moçambicana.
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Basilio Muhate, crise financeira, economia de mocambique, Governo Moçambicano, Luisa Diogo

Sobre a Crise Financeira Internacional (Primeira-Ministra Luísa Diogo na AMECON)

A Economista Luisa Diogo, Primeira-Ministra Moçambicana, apresentou numa Palestra organizada pela AMECON, as oportunidades e desafios que se impõem à economia Moçambicana face à crise financeira internacional. Desta vez, a Primeira Ministra assumiu inequivocamente que Moçambique não tem meios de ficar alheio à crise.
Esta nova abordagem da economista Luisa Diogo, na sua qualidade de Primeira-Ministra da República de Moçambique, vem demonstrar claramente que o Governo Moçambicano está gradualmente a visualizar a crise financeira internacional de forma mais sincronizada em termos de desafios e oportunidades, e vai-se forjando uma abordagem conjunta em relação às medidas fiscais, monetárias e cambiais a serem tomadas em face ao abanão que afecta as economias mais fortes do mundo, em particular a banca.

Uma economia como a Moçambicana, que depende em mais de 50% do financiamento externo dificilmente poderá ficar alheia à oscilações macroeconómicas no resto do mundo, ou à variações profundas nas taxas de juro ou de câmbio nos mercados dominantes da região (eg. África do Sul) e do Mundo (eg. EUA). A médio e longo prazo os efeitos fazem-se sentir.
Segundo a Primeira-Ministra, há uma prespectiva de crescimento económico em Moçambique entre os 5% e 6% no presente ano, segundo as projecções do Banco de Moçambique e, caso isso não aconteça haverá uma necessidade de reajustamento da economia.

Em relação ao sistema financeiro Moçambicano aponta-se o fortalecimento da supervisão bancária e adópção de medidas de política monetária e cambial que assegurem a estabilidade financeira e uma variação cambial que promova exportações.
Em relação a este ponto é preciso olhar para as variações cambiais do metical em relação ao Dólar Norte Americano e ao rand de Janeiro a Março de 2009. Mesmo com a injecção de cerca de 270 milhões de dólares norte americanos no mercado durante o ano de 2008, observa-se, por um lado a apreensão do sector privado nacional em relação à escassez de dólares no mercado, e por outro lado uma variação da taxa de cãmbio de 25mt/usd para cerca de 26,9mt/usd de Janeiro a Março corrente.
Promoção de Habitos de Poupança – Recentemente em Conferência de imprensa, o Porta-voz do Governo Moçambicano, Luis Covane disse que o índice de poupança em Moçambique situa-se entre os 10% e 12% (baixo índice), contra os 25% desejados . Procurei buscar alguns dados sobre o PIB e as suas componentes no INE e encontrei este documento que faz referência a alguns dados oficiais sobre consumo e investimento/poupança em Moçambique que podem ajudar-nos a compreender melhor o fenómeno.
Mas a questão Mantêm-se: como estimular a poupança das familias Moçambicanas num contexto de crise financeira internacional?
Evidentemente que a expansão da rede bancária até as zonas rurais é uma grande contribuição pois aumenta a capacidade de resposta ao investimento interno, Mas e depois ? quem vai fazer as poupanças nesta nova rede de Balcões bancários espalhados por todo o País ? são os investidores locais, são os cidadãos ? Então é necessário acompanhar esta expansão da rede bancária com uma expansão e gestão do fundo de desenvolvimento local alocado aos distritos pelo governo moçambicano, sob pena de termos bancos comerciais e um fundo de desenvolvimento a concorrerem de forma desajustada ao nível dos distritos. talvés seja esta uma das razões para o receio da banca comercial em apressar-se aos distritos em contextos de crise, sem a prévia negociação com o governo.
O grande debate sobre o Desafio do salário Mínimo em Moçambique, aliado ao mercado de emprego é um assunto que não deve ser ignorado pelo grupo criado pelo Governo moçambicano para fazer face à crise financeira . O grupo constituído pelos Ministros das Finanças, Planificação e Desenvolvimento, Agricultura, Indústria e Comércio e com a Participação do governador do Banco de Moçambique tem a missão de olhar igualmente pelo mercado de emprego, que envolve o sector privado, os sindicatos e o próprio governo na busca de um equilibrio do salário mínimo. A título de exemplo os sindicalistas já vieram a publico defender que a cesta básica de um trabalhador Moçambicano está avaliada em cerca de 5.000Mt/mês = 200 USD/mês, no entanto actualmente o salário mínimo ronda aos 1900Mt/mês = 74,5 USD/mês. O grupo tem que analisar com cautelas os efeitos da crise sobre a produtividade de mão de obra nos mega-projectos nacionais.
Apesar de ter ficado impressionado em relação à visão macroeconomica apresentada pela chefe do Governo Moçambicano, é importante, (e acredita-se que chegar-se-á a esse ponto) que o Governo se concentre em medidas mais específicas de reacção e procurem alcançar o consumidor final. Queria ter ouvido mais a Primeira-Ministra a falar sobre os desafios e as oportunidades para os CIDADÃOS Moçambicanos face à crise financeira internacional, como é que os seus bolsos são directamente afectados e que oportunidades podem encontrar no dia-a-dia, para os consumidores, para os pequenos e médios contribuíntes da economia Nacional que são aos milhares. Queria também ouvir um pouco mais sobre o estimulo à poupança nas zonas rurais em particular, onde a agricultura de subsistência é a actividade dominante das familias. Penso que o tempo não foi suficiente.
Há que reconhecer e dar a devida vénia a um aspecto, um desafio lançado pela Primeira-Ministra, Luisa Diogo aos economistas Moçambicanos. É necessário que os economistas Moçambicanos façam a análise em relação a crise financeira internacional, principalmente a nível sectorial, em particular à AMECON. Moçambique carece de debate mais aberto, profundo e participativo sobre a sua economia protagonizado por economistas Nacionais, principalmente os académicos e investigadores. O debate ainda está reduzido a um grupo muito restrito de economistas Moçambicanos. o debate académico crítico e construtivo poderá constituir uma plataforma para que o governo e outros actores e agentes busquem subsídios teóricos e práticos para facer face ao mercado.
Basílio Muhate
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crise financeira, economia de mocambique, Mozambique Economics

Dicas Sobre como fazer face à crise Financeira Internacional

Crise Financeira – Algumas dicas sobre como fazer face.

Estive a tentar buscar algumas ideias sobre como colaborar com os pequenos empresários e empreendedores Moçambicanos a fazerem face a crise financeira internacional. Como é que se pode reduzir os riscos económicos em fases de crise ? Uma boa alternativa seria buscar serviços de consultoria financeira junto de instituições ou pessoas especialistas para o efeito, Por outro lado pode imprimir esta página, sentar-se a secretária ou a Beira-Mar e começar a preparar-se

1. Construir e manter a sua posse de dinheiro (liquidez)

A Falência das pessoas não se deve às dividas totais que possuem, mas sim ao facto de esquecerem-se dos pagamentos que devem às instituições financeiras que, após algum tempo, tomam medidas contra os empresários tais como o encerramento dos seus negócios.

Em termos simples, isto significa que o pequeno e médio empresário deve ter dinheiro “confortável” em mão, para poder fazer face a situações. Se o empresário ou empreendedor ou a sua esposa perder o emprego, ou os negócios não estarem a correr bem, o indivíduo deve ser capaz de recorrer a este dinheiro “confortável” para manter a energia, a água e o telefone, capaz de abastecer o automóvel, e de se alimentar. A Experiência desta poupança não livra o empreendedor do setress da crise, mas poderá efectivamente ajudar a aliviar os momentos difíceis até ultrapassar-se a fase menos boa.

O Dinheiro “confortável”, a que também chamam de fundos de emergência, deve ser guardado preferencialmente em contas de poupança capitalizadas, ou seja, que rendam juros. Não misture o seu fundo de emergência com as suas contas ancárias regulares pois poderá ser tentado a investir e gastar o dinheiro em outros fins. A Razão é que o propósito deste dinheiro não é crescer nem fazé-lo rico. É apenas para fazer face as suas contas correntes quando você está “apertado”. É o último recurso.

2. Manter seguros de saúde, de vida, de deficiência, e outros seguros

Durante as crises muitos optam por cortar algumas despesas correntes que são consideradas menos importantes. Para alguns indivíduos os seguros são várias vezes sacrificados, um terrível erro que pode levar à destruição financeira. E se você ou o seu cônjuge tiverem um ataque cardíaco ou forem diagnosticadas com câncro? E se o seu filho desenvolve uma rara infecção?

Se for um indivíduo extremamente rico, com acções e títulos inesgotáveis, várias empresas, etc, o seu recurso mais importante seja a sua capacidade de trabalhar. Esta é uma ,razão que leva a que em muitos países o seguro de invalidez seja vital para os cidadãos.

3. Eliminar gastos desnecessários – E pagar com Cartão de Crédito!

Mesmo que não haja nenhuma pressão financeira sobre a pessoa, se esta acredita que há alguma probabilidade de ela ser afectada directamente pela recessão económica, então ela deverá começar a cortar alguns gastos desnecessários e procurar melhorar a liquidez. Alguem perguntaria, o que são gastos desnecessários ? Bom a intenção não é definir este conceito mas sim apontar que será preciso reduzir algumas despesas fixas mensais tais como a redução do número de revistas e jornais comprados semanalmente nas bancas, a redução daquelas compras cujo corte não afecta o nosso padrão normal de vida.

Se usa cartão de crédito, pense seriamente em parar de usá-lo. A utilização do cartão de crédito está sujeito a taxas de juro e o indivíduo pode não estar em condições de suportar os juros cobrados pela utilização do credito.



4. Expanda suas fontes de receita

O seu património líquido pode aumentar se você reduzir os gastos e gerar mais renda apartir de fontes não correlacionadas com o seu emprego convencional.

Imagine que você é um trabalhador de uma companhia de telefonia móvel e sua esposa é enfermeira. Você pode iniciar um pequeno negócio em casa apenas para produzir o suficiente para pagar a renda mensal da casa, libertando esta despesa da dependência em relação ao seu salário. É importante que os cidadãos, em particular pequenos empresários, comecem a pensar assim.

5. Use a oportunidade de comprar ativos de baixos preços

As crises e recessões em geral constituem uma boa oportunidade de compra de activos a preços baixos. Por exemplo empresas com equipas talentosas de gestão e com qualidade, com fortes demonstrações financeiras, uma boa rentabilidade sobre os capitais próprios e oportunidades de crescimento no futuro são estratégicas em momentos de crise.Itálico

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economia de mocambique, Mozambique Economics

Deve ou não o Estado Moçambicano Distribuir Crédito ?

Numa altura em que os Estados Americano e Europeus estão a injectar avultadas somas dinheiro para evitar a falência de várias instituições financeiras e tentar sair da crise financeira internacional, e numa altura em que Estadistas como Lula afirmam que foi deitada abaixo a fé dogmática no princípio da não intervenção do Estado na Economia, O Economista Moçambicano Carl0s Castel-Branco veio recentemente à publico defender que não é papel do Estado distribuir crédito às populações no Distrito, no âmbito do fundo de iniciativas locais, mas que esse papel devia ser relegado à instituições financeiras através de incentivos e benefícios.

Recentemente um outro economista Moçambicano, Hipolito Hamela, veio a público afirmar que uma das melhores vitórias do governo Moçambicano, na sua óptica, foi a introdução do fundo de desenvolvimento local, pese embora fosse necessário corrigir alguns aspectos. Portanto Hamela defende o intervencionismo do estado na alocação de credito.

A intervenção do estado na concessão de credito não serve para proteger os lucros do sector privado, mas para minimizar as rígidas condições que os Bancos Comerciais impõem ao desenvolvimento local de Moçambique, e para absorver o risco que o sector financeiro privado Moçambicano não assume, mesmo com a introdução de benefícios e incentivos por parte do Estado, que o Professor Carlos Castel-Branco se refere.

Basílio Muhate

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