Juventude

OJM 39 anos depois: Assumir a responsabilidade 

A Organização da Juventude Moçambicana (OJM), fundada a 29 de Novembro de 1977 celebra hoje o seu trigésimo nono aniversário. Vão os meus votos de sucessos a todos meus amigos e companheiros da nossa Jota, que continuemos a consolidar a nossa FRELIMO

A fotografia acima ilustra parte da geração dos jovens pioneiros da OJM, sob liderança de Zacarias Kupela, ao lado do fundador da OJM o Presidente Samora Machel, líder que continua a inspirar à juventude Moçambicana.

Depois da sua fundação em 1977 até aos nossos dias, a OJM tem estado a promover a educação patriótica à Juventude Moçambicana e a exercer cidadania activa, por isso vale a pena também deixar o meu reconhecimento aos percusores e ativistas da Jota onde dentre vários destaco os seus maiores servidores, nomeadamente Zacarias Kupela, Leonardo Candeeiro, Gaspar Sitoe (em memória), José Patrício (em memória), Pedro Cossa e Mety Gôndola.

Para muitas mulheres e homens outrora jovens e activistas, como Alcinda de Abreu Mondlane, Edson Macuácua, Cidália Chauque Oliveira, Suzete Dança a minha vênia. O país é feito de memória mas também de braços trabalhadores. Por mais céticos que alguns queiram ser, deverão ao fim do dia, querer satisfazer as necessidades básicas: alimentação, vestuário, trabalho. A verdade é que não existe nenhum cético assumido que não reconheça a sua obrigação de trabalhar para, pelo menos satisfzer essas necessidades báscias. Por causa disso e por reconhecer essas premências, considero que os céticos são cínicos ao mesmo tempo, por instilarem nas massas e na juventude o vício da paralesia e da letargia, do nada-mais-há-a-fazer, do apontar do dedo e ficar-se por ai.

Nós jovens devemos ter sempre em mente que a excitação pelo cetisimo e pelo atirar-pela-janela-fora da esperança, são armas extremamente mortíferas, quais autênticas bombas atómicas. Porque se nós não fizermos algo em prol do nosso país e das organizações nas quais estamos inseridos, alguem o fará: e irão comprometer o futuro de toda nação, com a introdução no poder de cavalos de troia.

Estejamos vigilantes, trabalhadores e criticos superadores. 

Advertisements
Standard
Sem categoria

Sobre a 1ª Conferência da Juventude Bancária de Moçambique

amjbconferenciamuhate

Tive o privilégio de participar na 1ª Conferência da Juventude Bancária de Moçambique, uma iniciativa da Associação Moçambicana de Jovens Bancários (AMJB) criada em Março de 2013, congregando jovens de diversas instituições bancárias de Moçambique. Este associação tem por objectivo servir de plataforma de ligação entre os anseios da juventude moçambicana e a banca bem como abordar questões relativas a classe dos jovens bancários.

A AMJB persegue os seus fins promovendo actividades de educação financeira, divulgando matérias sobre economia, finanças e banca, usando experiência e conhecimento para buscar soluções e resposta aos principais desafios da juventude moçambicana a todos os níveis da sociedade.

A I Conferência da Juventude Bancária de Moçambique debruçou-se sobre o papel da juventude bancária na promoção da inclusão financeira; soluções ao financiamento para o empreendedorismo juvenil num contexto de crise; o papel dos Bancos de desenvolvimento no financiamento à economia; os desafios para o desenvolvimento de carreiras e incentivos aos jovens bancários; a possibilidade de implementação do Fundo de Garantia Juvenil dentre outras matérias relevantes.

Em 2013 tive o privilégio de colaborar na criação da AMJB e sempre acreditei no potencial desta agremiação. O actual Presidente, o meu amigo Emílio Fernando foi das pessoas que sempre acreditou e persistiu no projecto AMJB, juntamente com uma equipe de jovens bancários vencedores que tornaram possível a criação da associação. De entre eles saliento de memória Aurélio Bucuane, Tomás Matola, Usma Mori, Edson Mahumane, Mariza Matano, Paulino Nhampule, Alexandre Daniel, Lena Herculano, Max Mazivila, Efrone Nhanala, Amândio Mussagy, Anésio Guambe, Huneiza Siddiq, Nelson Chinowawa e Sergio Munguambe.

Bem-haja AMJB. É assim que se reinventam os sonhos, criam-se novas utopias. É assim que se reinventa o pensamento económico de uma sociedade; com a pluralidade das ideias e dos âmbitos de concentração analítica.

 

Standard